Controller e tributação são áreas demandadas em 2015

Para acompanhar as mudanças do mercado, diversas empresas têm iniciado processos de estruturação e reestruturação, além da implementação de controles e processos para um crescimento sólido e rentável. Essas transformações têm beneficiado profissionais graduados em Ciências Contábeis, Administração, Economia e Direito, gerando muitas oportunidades.

Após analisar o cenário econômico do Brasil e do mundo, a empresa de recrutamento Michael Page destacou três cargos em áreas relacionadas a finanças como as mais demandadas pelo mercado em 2015. Confira:

1)      Controller

Responsável pela gestão contábil, fiscal, coordenação e direção das atividades executadas nas áreas de planejamento, controladoria e finanças. A demanda por essa qualificação foi intensificada após a implementação das IFRS na contabilidade brasileira.

2)      Gerente de Planejamento Tributário

Acompanha e garante a apuração e o planejamento dos tributos em todas as esferas, atuando de acordo com a legislação fiscal e atendendo às auditorias. Além disso, ainda participa de processos decisórios da organização sobre aquisições, cisões, incorporações e vendas. A complexidade da matriz tributária brasileira exige uma demanda de profissionais qualificados na área.

3)      Gerente de Desenvolvimento de Negócios

Prospecta e lidera projetos de negócios ainda não explorados, com o objetivo de captar novas fontes de receita para a empresa. Responsável por gerar novos contratos a partir do desenvolvimento de nova aplicação para produto ou serviço.

Para alcançar estes cargos, os profissionais precisam se qualificar. A FIPECAFI oferece cursos específicos: MBA Controller e MBA Gestão Tributária.

Matricule-se até 27 de fevereiro e garanta 5% de desconto no valor total do curso. Aproveite!

Fonte: Guia do Estudante

Como se destacar na carreira?

Em meio a um mercado cada vez mais aquecido e disputado, é importante estar atento a alguns fatores para conquistar os melhores cargos e oportunidades.

Nós da FIPECAFI separamos algumas dicas para você se diferenciar:

1)      Não realize apenas as tarefas que chegam até você. Procure ajudar colegas de trabalho com suas atividades e busque soluções para problemas gerais.

2)      Aprender ou exercitar outros idiomas como inglês e espanhol proporcionam diferenciais na disputa por uma vaga ou por uma promoção. Com as diversas negociações internacionais existentes, os profissionais precisam compreender os termos técnicos em outra língua, mas também não podem deixar de dominar o português.

3)      A ética e o caráter são primordiais para os lados profissional e pessoal de qualquer indivíduo.

4)      Procurar conhecer bem a empresa que deseja fazer parte ou a que já integra é muito importante. Quanto mais informações você tiver, mais prático será realizar suas atividades e trazer resultados positivos para a organização.

5)      Todas as áreas de uma empresa são interligadas, ou seja, uma depende da outra. Por isso, é importante saber trabalhar em equipe, ouvir e estar aberto às ideias dos colegas de trabalho.

6)      Quem para na graduação fica para trás. É importante participar de palestras, seminários, investir em certificações, línguas estrangeiras e cursos de MBA, Especialização, Extensão, entre outros.

Para auxiliar nessa jornada, a FIPECAFI proporciona o desconto de 5%, no valor total dos cursos de MBA e Especialização, para todos os matriculados até 27 de fevereiro. Aproveite!

Confira as grades participantes:

MBA

Especialização

Em agosto a FIPECAFI completa 40 anos de tradição no ensino

A instituição tem orgulho da importante participação na carreira dos alunos e pesquisas no mercado 

No próximo mês, a Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras, completa 40 anos de um trabalho responsável e eficaz nas áreas de contabilidade, economia, finanças e afins.

Sempre inovando, a instituição cresceu e modernizou o ensino, criando novas formas e níveis de passar todo o conhecimento necessário para seus alunos. O corpo docente é composto por professores doutores e mestres em sua maioria titulados pela FEA/USP em contabilidade e áreas afins, com experiência no mercado e na docência de pós-graduação lato sensu (MBA). Além disso, a FIPECAFI tem grande presença nas pesquisas mais recentes e importantes da área, contando com profissionais atuantes e renomados.

Visite nosso site, conheça nossa missão e valores e venha fazer parte dessa história de sucesso! Clique aqui.

 

Aulas do MBA Finanças e Risco têm início em março

Curso aborda mensuração e gestão de risco nas finanças corporativas e mercado financeiro

A FIPECAFI trouxe o MBA Finanças e Riscos para proporcionar aos profissionais da área de finanças, visão global e bom entendimento sobre os diversos tipos de riscos. Além disso, o programa oferece sofisticado suporte técnico e conceitual à gestão de empresas.

As disciplinas do curso são ministradas em ordem lógica, visando propiciar aos participantes um desenvolvimento conceitual progressivo e consistente. A metodologia de ensino apresenta um conjunto de instrumentos e técnicas que asseguram a busca dos objetivos do programa, destacando-se: aulas expositivas, estudos de casos, trabalhos em equipe, seminários e jogos de empresa.

As aulas estão previstas para começar no próximo dia 10 e acontecerão às segundas, terças e quintas-feiras das 19h30 às 22h30. Para mais informações sobre o curso,  clique aqui.

Compliance e Gerenciamento de Riscos aborda situação legal e normativa de empresas

Curso da modalidade Educação Executiva tem início em março.

A FIPECAFI oferece uma extensa grade de cursos de variados temas e durações. O curso Compliance e Gerenciamento de Riscos tem carga horária de 20 horas e propicia aos participantes a compreensão de métodos e técnicas do importante exercício das atividades de Compliance, Controles Internos e Gerenciamento de Riscos, em função de incertezas e aspectos concorrenciais do mercado. O programa é voltado para profissionais das áreas de Controles Internos, Compliance, Riscos Operacionais, Controladoria, Contabilidade, Auditoria dentre outros. As aulas têm previsão de início em 24 de março.

Não perca tempo e faça já a sua inscrição!

Saiba mais sobre o curso aqui.

Central de matrículas: (11) 2184.2045/2046

E-mail: educação.executiva@fipecafi.org

FIPECAFI e CRC firmam acordo

Profissionais de contabilidade são contemplados com desconto em cursos de pós-graduação

A FIPECAFI (Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras) e o CRC SP (Conselho Regional de Contabilidade de São Paulo) firmaram convênio, no dia 03 de fevereiro, para conceder desconto em cursos de pós-graduação. O acordo ocorreu durante uma sessão plenária realizada na sede do Conselho.

O desconto acordado é de 20% no valor total dos cursos de pós-graduação da FIPECAFI e beneficiará profissionais da área de contábeis com registro ativo e em dia no CRC SP.

O convênio contempla o curso de especialização Lato sensu em Contabilidade, Controladoria e Finanças e para os MBAs em Contabilidade Pública, Controles Internos (Compliance), Controller, Finanças, Comunicação e Relações com Investidores, Finanças e Risco, Gestão Atuarial e Financeira, Gestão Tributária, IFRS (Normas Internacionais de Contabilidade), Mercado de Capitais e Tecnologia, Inovação e Gerenciamento.

O documento foi assinado pelo presidente do CRC SP, Claudio Filippi, pelo vice-presidente de Desenvolvimento Profissional do CRC SP, José Donizete Valentina, pelo diretor presidente da FIPECAFI, Iran Siqueira Lima, e pelo diretor administrativo-financeiro da FIPECAFI, Carlos Alberto Pereira.

“É uma honra para a FIPECAFI firmar este convênio, que permitirá estreitar ainda mais o relacionamento entre as entidades”, diz o presidente da instituição.

Já o vice-presidente de Desenvolvimento Profissional do CRC SP, José Donizete Valentina, afirmou que o convênio beneficiará bastante os profissionais de contabilidade.

O acordo é válido até 31 de dezembro de 2015.

Nos certificados, risco principal é do ativo

Veículo: Valor Econômico

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Os certificados de recebíveis, que também contribuem para o financiamento dos setores agrícola e imobiliário, são emitidos exclusivamente por companhias securitizadoras, que possuem os direitos creditórios. Assim, não contam com a garantia do FGC. Contudo, a alíquota zero de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) de curto prazo para pessoas físicas e a isenção de imposto de renda sobre os rendimentos têm atraído investidores.

Um aspecto que precisa estar no radar é a qualidade do crédito que foi securitizado – especialmente no caso do setor agrícola que conta com um histórico de problemas. “Não adianta ter uma taxa de juros atraente se não tem um rating bom”, diz Fernanda Mello, sócia da Octante Capital, securitizadora focada na emissão de CRAs.

No CRA, acrescenta Fernanda, o risco principal é do ativo. “O primeiro ponto que pode auxiliar o investidor é o relatório de rating. É importante também ler o prospecto do título, olhando a garantia do ativo e se há pulverização”, destaca. A securitizadora ajuda o investidor nessa análise, estudando o histórico do devedor envolvido (empresa que está precisando do financiamento). “Com base nisso, define-se um colchão seguro para o investidor”, complementa. Além disso, o investidor precisa entender toda a estrutura que existe por detrás do título. “É fundamental olhar a proteção oferecida, principalmente no caso de problemas com safras, bem como risco climático.”

Definir o objetivo do investimento também é importante, já que grande parte dos certificados do agronegócio é de curto prazo. “Devido às safras que variam bastante anualmente, o prazo costuma ser pequeno”, afirma Fernanda, da Octante.

Por exigir mais conhecimento sobre o mercado, o CRA é voltado para investidores mais qualificados, afirma Mário Amigo, da Fipecafi. Com aplicação inicial de cerca de R$ 300 mil, o CRA tem uma remuneração que costuma ser atrelada ao CDI.

As recomendações não param por aí. “O investidor precisa ter ciência de que o mercado secundário não tem liquidez. Além disso, é preciso olhar o histórico da securitizadora”, alerta João Paulo Pacífico, diretor da Gaia Securitizadora. “O CRA é um produto que está ainda na infância, mas que oferece segurança jurídica”, pondera.

No caso do CRI, do setor imobiliário, as características são semelhantes às do CRA, com a diferença de que a maioria dos títulos tem uma remuneração atrelada à inflação. “Diferentemente do CRA, os prazos dos CRIs podem chegar até 30 anos, sendo que o mais curto geralmente é de três anos”, afirma Fernanda, da Octante. Ela ressalta, ainda, a importância de o investidor prestar atenção ao ativo que serve de lastro para o CRI.

Existem títulos vinculados a apartamentos individuais, cujos financiamentos são a fonte do retorno. “Nesse caso, existe a garantia do apartamento. Caso não ocorra o pagamento de um dos apartamentos, é gerada uma ação que garante o dinheiro aplicado”, diz. “Há também os CRIs das incorporadoras. Aí o risco é de quebra da empresa”, explica. Aqui vale a regra tradicional aplicada aos fundos de investimento: ler o prospecto é de extrema importância.

O resgate dos recursos aplicados nos certificados de recebíveis é feito na data de vencimento do título e também por meio de amortizações (parcelas) pagas ao longo do tempo. O investidor também tem a opção de fazer o resgate antecipadamente, vendendo o título em bolsa. As negociações podem acontecer em mercados de balcão autorizados pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), como a própria Cetip e a BM&FBovespa. (DM)

 

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Na Faculdade FIPECAFI, o MBA Finanças e Risco promove o estudo da mensuração e gestão do risco no ambiente das Finanças Corporativas e nas decisões de mercado, refletindo sobre seus aspectos mais críticos e conflitantes. A estrutura do curso prioriza os desafios da competitividade, proporcionando um sofisticado suporte técnico e conceitual à gestão das empresas em ambientes de risco.

O curso possibilita aos gestores das áreas de Finanças e Risco uma visão global e o entendimento dos diversos tipos de riscos e instrumentaliza-os em conceitos que constituem o “estado da arte” nesse campo de conhecimento.

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Transparência e trabalho de equipe na solução de crises

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Veículo: Jornal do Commercio (Max Milliano Melo)

Um tradicional apresentador brasileiro dizia que “quem não se comunica, se trumbica”. Válido não só para a vida cotidiana, mas também para o mundo dos negócios, o ditado mostra como a comunicação é essencial para prevenir e, eventualmente, remediar crises. Especialistas apontam, no entanto, que para o sucesso não basta ter uma boa equipe, é necessário que a informação, clara e transparente, flua por todas as áreas da empresa, chegando a todos os públicos, sejam estes internos ou externos.

O trabalho de comunicação focado na prevenção se torna mais importante porque, diferentemente de outras áreas, onde é possível “apagar incêndios” e minimizar os danos, depois que a informação é distorcida e se alastra pela empresa, pode ser muito difícil ecuperar seu sentido original, ou mesmo desmenti-la. “O ideal é que não haja informações truncadas ou  inventadas, especialmente em momentos de crise. Algumas empresas podem perder muito  om isso, inclusive ter seu clima organizacional comprometido por causa de intrigas e fofocas”, conta o diretor da Sr. Gentileza Educação Corporativa (Sgec Brasil), Luiz Gabriel Tiago.

Fórmula do sucesso

Para Fonseca, é importante que toda a empresa esteja envolvida na hora de solucionar a crise.  Não apenas a equipe de comunicação interna e assessoria de imprensa, mas também todo o  mercado deve estar envolvido no processo”, explica a especialista Nancy Assad, autora do livro  As Cinco Fases da Comunicação na Gestão de Mudanças. “É necessária a participação da área  jurídica, técnica e operacional, além da própria área que muitas organizações possuem de  estão de crises e riscos”, completa Nancy.

Apesar da participação de todos os públicos, é importante também definir os papéis específicos de cada um. “O plano de comunicação de crises deve incluir, além da criação da equipe de  comunicação, o desenvolvimento do plano de comunicação interno, focado nos empregados, e externo, voltado para todos os públicos de interesse”, ensina Nancy Assad, acrescentando que também é muito importante definir um porta-voz e treiná-lo. “Sempre oriente meus clientes a criar manuais de prevenção e gestão de crises, com todas as  informações sobre responsabilidades, discursos e forma de abordagem com os públicos internos e externos”, completa.

Leia a matéria na íntegra aqui

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Os 13 maiores riscos das empresas em 2013

 

shutterstock_103591433Veículo: Exame.com

Pesquisa Excellence in Risk Management identifica a interrupção dos negócios como principal risco para as empresas neste ano

Estar na liderança de uma empresa envolve uma grande capacidade de lidar com riscos – sejam eles externos ou internos à corporação. Anualmente, a pesquisa Excellence in Risk Management consulta lideranças de diversas empresas para mapear onde moram os principais perigos para as empresas.

Neste ano, foram 1200 entrevistados entre gerentes, coordenadores de áreas e risco e altas lideranças. Eduardo Takahashi, diretor executivo da corretora Marsh, que elabora a pesquisa, diz que o assunto vem ganhando relevância nas empresas nacionais, graças ao dinamismo da economia. “O risco se tornou algo mais volátil. Ele se transforma e muda de direção muito rápido”, diz.

As redes sociais e a velocidade dos ciclos de negócios têm tornado os eventos que oferecem risco à uma empresa muito mais frequentes – sejam eles riscos tradicionais, como a variação cambial, ou mais atuais, como as crises de reputação. “Os prejuízos financeiros e de reputação têm ficado cada vez mais graves”, afirma Takahashi.

Segundo a pesquisa, 74% dos consultados afirmam ainda precisar observar os riscos da empresa com mais cuidado. “Tem faltado um pouco de planejamento para dar um passo adiante e mitigar o risco com ações pontuais, e não só com monitoramento”, diz.

Veja, a seguir, os 13 maiores riscos das empresas segundo a pesquisa Excellence in Risk Management:

Interrupção dos negócios

Condições Econômicas

Liquidez

Riscos Regulatórios/Compliance

Destruição/Perdas de Recursos Físicos

Mitigação ou sinistros

Catrastrofe natural

Mudanças Legais ou regulatórias

Disponibilidade de seguros para mitigar riscos

10º Risco a saúde e segurança no trabalho

11º Reputação de marca

12º Continuidade de Negócios/Execução do Gerenciamento de Crise

13º Disponibilidade de capital

 

Para ajudar aqueles que querem aprender lidar melhor com os riscos, a Faculdade FIPECAFI oferece o MBA FINANÇAS E RISCO.

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A influência da estrutura de propriedade e controle sobre o valor de mercado corporativo no Brasil

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Daniel Caixe e Elizabeth Krauter*

A governança corporativa compreende o conjunto de processos que afetam o modo como uma empresa é administrada e as relações entre os envolvidos (conselho de administração, executivos e demais empregados dessa corporação e os acionistas, credores, comércio, fornecedores e clientes) e objetivos da companhia.

De acordo com Caixe e Krauter (2012), o modelo de governança corporativa brasileiro gera uma concentração na estrutura societária, e esse acúmulo resulta num impacto no desempenho corporativo – os controladores passam a dominar o processo decisório da corporação, e os acionistas minoritários tem sua riqueza expropriada.

Atualmente, a existência de mecanismos que garantam o bom relacionamento entre administradores, controladores, empresas e acionistas para que um aja de acordo com os interesses do outro.

A Faculdade FIPECAFI oferece o curso MBA Governança Corporativa com o objetivo de preparar o profissional para esse cenário e habilitá-lo a enfrentar de forma integrada questões relativas à governança corporativa, finanças, contabilidade, direito, relações com investidores e estratégia.

Saiba mais

*CAIXE, Daniel Ferreira e  KRAUTER, Elizabeth. A influência da estrutura de propriedade e controle sobre o valor de mercado corporativo no Brasil. Ribeirão Preto, 2013.

Faça o download do artigo na íntegra aqui.

Duratex conquista Destaque Setorial do Prêmio Abrasca de Criação de Valor pelo segundo ano consecutivo

Pelo segundo ano consecutivo, a Duratex foi a vencedora do Prêmio Abrasca na categoria Destaque Setorial 2013 – Papel, Celulose e Madeira, como melhor caso de criação de valor entre 2009 e 2012. A premiação da Associação Brasileira das Companhias Abertas chega à sua 15ª edição como um dos mais importantes reconhecimentos do setor, escolhendo seus vencedores por meio de critérios e processos seletivos rigorosos e técnicos, aplicados em todas as companhias listadas na BM&FBOVESPA.

O Prêmio Abrasca é entregue às empresas que tiveram o maior índice de criação de valor nos últimos três anos, apresentaram sustentabilidade nos resultados e excelência em controle de riscos, transparência e atuação socioambiental. Para tanto, foram considerados, no período de 2009 a 2012, os seguintes parâmetros: o valor da ação da companhia, a qualidade da governança corporativa, o relacionamento com investidores, gestão de riscos, política ambiental e atuação social da empresa.

A Duratex foi indicada por um Comitê formado por 13 entidades de mercado, que designa a vencedora do Prêmio Abrasca de Criação de Valor e os destaques setoriais. Este comitê é integrado pelos representantes das principais entidades do mercado de capitais: ABRAPP, ABVCAP, AMEC, ANBIMA, ANCORD, ANEFAC, APIMEC, BM&FBOVESPA, FIPECAFI, IBEF, IBGC, IBRACOM E IBRI.

A solenidade de entrega do prêmio será realizada no dia 16 de outubro, no Milenium Centro de Convenções, em São Paulo e será precedida por um workshop sobre Criação de Valor como Vantagem Competitiva, ministrado por Leonardo Pereira, presidente da Comissão de Valores Imobiliários (CVM).

Sobre a Duratex

A Duratex S.A. é uma empresa brasileira, privada e de capital aberto, com controle compartilhado entre os conglomerados Itaúsa – Investimentos Itaú S.A e Companhia Ligna de Investimentos.

Maior produtora de painéis de madeira industrializada, louças e metais sanitários do Hemisfério Sul, é líder no mercado brasileiro com as marcas Durafloor, Duratex, Deca e Hydra.

A empresa tem sede em São Paulo e conta com cerca de 11 mil colaboradores, que atuam em 16 Unidades Industriais estrategicamente localizados nos estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Pernambuco, Paraíba, Santa Catarina e Rio de Janeiro, além de três fábricas de painéis na Colômbia, através de sua participação de 37% na Tablemac.

A Duratex possui 230 mil hectares com florestas plantadas e áreas de conservação nos estados de São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul. Foi a primeira empresa florestal da América Latina a receber a certificação FSC (Forest Stewardship Council®), em 1995. A Companhia tem suas ações listadas na carteira do Dow Jones Sustainability World Index – DJSWI (Índice Mundial de Sustentabilidade Dow Jones) e do Índice de Sustentabilidade Empresarial da BM&FBovespa – ISE.

 

Fonte: Maxpress

Gerenciamento de Riscos: diferencial nas organizações empresariais

Segundo Fortes (2011), nas organizações empresariais, a busca por um diferencial competitivo é cada vez maior. “O gerenciamento do risco é uma disciplina que merece maiores estudos uma vez que não se encontra integrada com os demais processos de gerenciamento de projetos”.

Ainda segundo o autor, a solução que as empresas têm buscado é na aplicação do desempenho na execução dos projetos por meio de metodologias de gerenciamento de risco que contribuem diretamente no processo decisório dos gerentes da área. Em sua dissertação, Fortes firmou a teoria de que metodologias de gerenciamento de riscos geram impactos nos processos de decisão.

Com o objetivo de propiciar compreensão de métodos e técnicas que propiciem o importante exercício das atividades de Compliance, Controles Internos e Gerenciamento de Riscos, em função de incertezas, aspectos concorrenciais do mercado e situação Legal e Normativa, a Faculdade FIPECAFI desenvolveu o curso de Educação Executiva “Compliance e Gerenciamento de Risco”.

Saiba mais: http://goo.gl/a25E7 

 

FORTES, Fabiano Sales Dias. Influência do gerenciamento de riscos no processo decisório: análise de casos. São Paulo, 2011.