Histórias de liderança feminina no mercado brasileiro

 

Ainda no clima de comemoração do “Dia Internacional da Mulher” apresentamos algumas ações coordenadas pela ONU Mulheres no Brasil e no mundo em defesa da igualdade de gênero no Sistema das Nações Unidas.

Neste sentido, a organização lidera o Grupo de Trabalho Gênero, Raça e Etnia, para incorporação da intersetorialidade da perspectiva de gênero, raça e etnia no escopo da equipe-país das Nações Unidas. Entre as frentes de atuação da ONU Mulheres encontra-se a iniciativa Princípios de Empoderamento das Mulheres (WEPs, sigla em inglês), que são um grupo de Princípios para o meio empresarial oferecendo orientação sobre como delegar poder às mulheres no ambiente de trabalho, mercado de trabalho e na comunidade.

Esses Princípios enfatizam o caso de negócio de ação corporativa para promover a igualdade de gênero e o empoderamento das mulheres, e se baseiam em práticas de negócios e insumos da vida real colhidos do mundo todo. Os Princípios de Empoderamento das Mulheres buscam apontar a melhor prática, trabalhando com a dimensão de gênero da responsabilidade, do Pacto Global da ONU e o papel do meio empresarial no desenvolvimento sustentável. Além de ser um guia útil para as empresas os Princípios procuram subsidiar outros stakeholders, incluindo os governos, em seu envolvimento com o meio empresarial.

 

 

Em linha com o Princípio 1 trazemos algumas histórias de mulheres brasileiras que ocupam posições de liderança em suas organizações:

 

Rachel Maia, 47 anos, mulher, negra e brasileira, é uma contabilista e empresária, atualmente CEO da Pandora no Brasil, que opera e controla um modelo de negócio vertical onde tudo é criado, produzido e distribuído diretamente para mercados globais na maioria dos casos. Os produtos são vendidos em mais de 100 países em seis continentes através de mais de 7.800 pontos de venda, incluindo mais de 2.400 lojas conceito PANDORA.

 

Cristina Palmaka 46 anos, presidente da SAP Brasil, mãe de uma menina de 8 anos. Ela começou a trabalhar cedo, como estagiária da Philips, depois foi para a COMPAQ-HP, Microsoft e SAP. Atualmente ela é responsável por mais de 1.500 colaboradores.

 

 

Lídia Abdalla, atualmente é CEO dos laboratório Sabin, comandando 3 mil funcionários, em 180 unidades espalhadas por Brasília – DF e mais oito estados brasileiros (Goiás, Bahia, Minas Gerais, Tocantins, Amazonas, Pará, São Paulo e Mato Grosso do Sul), e faturamento superior a R$ 560 milhões.

 

Leila Velez é hoje presidente e sócia-fundadora de seu próprio negócio, com cursos de formação e especialização nas melhores faculdades do mundo, como Harvard e Stanford. Esta Leila parece distante da jovem de 14 anos que começava sua carreira no McDonald’s, e que apenas com 16 anos já era uma das gerentes mais novas da rede de fast food no Brasil.

 

Autoras

 

Denise de Freitas Bittar-Godinho Coordenadora do MBA Controller da Faculdade FIPECAFI. Formada em Ciências Contábeis e Administração de Empresas, com MBA em Finanças pela FIA, Mestranda pela FEA-USP em Contabilidade. Com mais de 10 anos de experiência de mercado em auditoria e controladoria multinacionais, em treinamentos corporativos e coordenadora do curso MBA Controller na FIPECAFI.

 

Marina Martins Brito Cunha Coordenadora da Pós-Graduação em Contabilidade, Controladoria e Finanças – CEFIN da Faculdade FIPECAFI. Formada em Economia, com especialização em Administração pela POLI, MBA em economia e setor financeiro pela FEA USP , Master Degree pela Universidade de Grenoble 2 , Pierre Mendes , França em economia internacional e globalização com ênfase em economia empresarial e engenharia economia, e Mestre em contabilidade e finanças pela PUC-SP. Com 20 anos de experiência no mercado financeiro e de capitais em instituições nacionais e internacionais.

 

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