Controller e tributação são áreas demandadas em 2015

Para acompanhar as mudanças do mercado, diversas empresas têm iniciado processos de estruturação e reestruturação, além da implementação de controles e processos para um crescimento sólido e rentável. Essas transformações têm beneficiado profissionais graduados em Ciências Contábeis, Administração, Economia e Direito, gerando muitas oportunidades.

Após analisar o cenário econômico do Brasil e do mundo, a empresa de recrutamento Michael Page destacou três cargos em áreas relacionadas a finanças como as mais demandadas pelo mercado em 2015. Confira:

1)      Controller

Responsável pela gestão contábil, fiscal, coordenação e direção das atividades executadas nas áreas de planejamento, controladoria e finanças. A demanda por essa qualificação foi intensificada após a implementação das IFRS na contabilidade brasileira.

2)      Gerente de Planejamento Tributário

Acompanha e garante a apuração e o planejamento dos tributos em todas as esferas, atuando de acordo com a legislação fiscal e atendendo às auditorias. Além disso, ainda participa de processos decisórios da organização sobre aquisições, cisões, incorporações e vendas. A complexidade da matriz tributária brasileira exige uma demanda de profissionais qualificados na área.

3)      Gerente de Desenvolvimento de Negócios

Prospecta e lidera projetos de negócios ainda não explorados, com o objetivo de captar novas fontes de receita para a empresa. Responsável por gerar novos contratos a partir do desenvolvimento de nova aplicação para produto ou serviço.

Para alcançar estes cargos, os profissionais precisam se qualificar. A FIPECAFI oferece cursos específicos: MBA Controller e MBA Gestão Tributária.

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Fonte: Guia do Estudante

Professor Dr. Guillermo Braunbeck da FIPECAFI participa do XI Seminário Internacional CPC – Normas Contábeis Internacionais

O Prof. Dr. Guillermo Braunbeck, Professor da FIPECAFI, participou como debatedor no “XI Seminário Internacional CPC – Normas Contábeis Internacionais”. O evento realizado pelo CPC (Comitê de Pronunciamentos Contábeis) e organizado pela FACPC (Fundação de Apoio ao Comitê de Pronunciamentos Contábeis) ocorreu, no dia 24 de novembro de 2014, no Renaissance Hotel em São Paulo (SP).

Na ocasião, o Professor Dr. Guillermo Braunbeck participou do 4º Painel de discussões, que teve como tema: “Impairment dos Ativos Financeiros (PDD/PCLD)”.

No Painel, houve debate sobre os principais pontos a serem avaliados para o teste de recuperabilidade de ativos (ou teste de impairment) para a PDD (Provisão para Devedores Duvidosos) e o reconhecimento de PCLD (Perdas com os Créditos de Liquidação Duvidosa) introduzidos pela IFRS 9.

O expositor do Painel foi Artur Gigueira, diretor Setorial de Assuntos Contábeis da FEBRABAN (Federação Brasileira de Bancos) e o moderador será José Carlos Bezerra da Silva, superintendente de Normas Contábeis e de Auditoria da CVM (Comissão de Valores Mobiliários) e Membro Observador do CPC  (Comitê de Pronunciamentos Contábeis).

O encerramento do evento contou com palestra de Leonardo Pereira, presidente da CVM (Comissão de Valores Mobiliários), e de Edison Arisa Pereira, presidente da FACPC (Fundação de Apoio ao Comitê de Pronunciamentos Contábeis) e Coordenador Técnico do CPC (Comitê de Pronunciamentos Contábeis).

Em agosto a FIPECAFI completa 40 anos de tradição no ensino

A instituição tem orgulho da importante participação na carreira dos alunos e pesquisas no mercado 

No próximo mês, a Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras, completa 40 anos de um trabalho responsável e eficaz nas áreas de contabilidade, economia, finanças e afins.

Sempre inovando, a instituição cresceu e modernizou o ensino, criando novas formas e níveis de passar todo o conhecimento necessário para seus alunos. O corpo docente é composto por professores doutores e mestres em sua maioria titulados pela FEA/USP em contabilidade e áreas afins, com experiência no mercado e na docência de pós-graduação lato sensu (MBA). Além disso, a FIPECAFI tem grande presença nas pesquisas mais recentes e importantes da área, contando com profissionais atuantes e renomados.

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Educação Executiva oferece o curso IFRS e Lei 11.638 – Prático (Cases e Exercícios)

Turma tem início previsto para o dia 23 de abril e duração de 32 horas

A modalidade Educação Executiva da FIPECAFI abre inscrições para o curso “IFRS e Lei 11.638 – Prático (Cases e Exercícios) / 32 Horas” que tem como principal objetivo apresentar aos participantes um conteúdo que combine teoria e prática acerca das implicações nas demonstrações contábeis dos eventos mais comuns de evidenciação e conversão quando submetidas às normas internacionais de contabilidade (IFRS) e/ou novas normas domésticas de contabilidade.

O curso é voltado aos profissionais de mercado financeiro, contadores, analistas, consultores, estudantes e demais profissionais que desejam compreender os novos conceitos de contabilidade internacional. As aulas são expositivas com discussões e resolução de casos e exercícios.

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Produção de petróleo e gás caiu em relação ao mês do dezembro.

Petrobrás também teve queda na fabricação

No último mês do ano de 2013, a produção total de petróleo no Brasil foi de 2,36 milhões de barris de óleo por dia, enquanto que, em janeiro de 2014, ficou em 2,31 milhões de bopd. Só a Petrobrás produziu 1,91 milhão, o que também representou queda em relação ao mês anterior, que teve 1,96 milhão de bopd.

A produção na plataforma P-20 foi suspensa devido a um incêndio no sistema de produtos químicos da plataforma e a expectativa é de que a unidade volte a operar ainda no primeiro trimestre. A plataforma produzia 22 mil barris de óleo por dia quando houve o incêndio e possivelmente foi a responsável pela queda.

Apesar disso, os campos de pré-sal, nas Bacias de Santos e Campos, produziram uma média recorde de 358 mil barris por dia, em janeiro, superando a média mensal obtida em dezembro de 2013, de 345 mil.

É cada vez mais evidente o crescimento e a importância do setor de petróleo e gás no país. Com a expansão da área, o mercado necessita de mão de obra abundante. Nesse momento, é essencial que os aspirantes ao setor se qualifiquem e especializem ao máximo, para fazer um trabalho de qualidade e crescer na profissão.

A FIPECAFI oferece o curso de Extensão IFRS para o Setor de Petróleo e Gás, onde as normas internacionais de contabilidade são apresentadas totalmente direcionadas para o ramo. O curso fornece todos os requisitos necessários para que o aluno conquiste o seu lugar no mercado e cresça com sucesso!

Turma com início em 27 de março. Últimas vagas, inscreva-se!

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Fontes: Valor Econômico e Revista Exame

IFRS para Setor de Petróleo e Gás

IFRS para Setor de Petróleo e Gás

FIPECAFI oferece curso de Extensão para Setor de Petróleo e Gás

Normas Internacionais de Contabilidade são abordadas no programa

Os cursos de Extensão da FIPECAFI têm duração variada e apresentam como diferencial a disponibilização completa do material didático e de apoio para a expansão sobre o tema.

A modalidade oferece uma opção para os profissionais que atuam no setor de petróleo e gás; introduz uma visão prática dos novos conceitos aplicados à contabilidade da área de acordo com as normas internacionais de contabilidade (IFRS) e brasileiras (CPC).

A próxima turma do curso tem início previsto para o dia 27 de março, no turno da noite: 19h às 23h. Já a continuação, nos dias 28 e 29, serão em período integral: das 9h às 18h.

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Brasil completa quatro anos de IFRS

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Veículo: Jornal do Commercio (Marina Schmidt)

Normas internacionais de contabilidade, chamadas IFRS na sigla em inglês, avançam de forma positiva no País, mas exigem informações qualificadas e constante atualização dos profissionais contábeis.

Desde 2010, quando o Brasil aderiu às normas internacionais de contabilidade (em inglês, International Financial Reporting Standards, IFRS) consolidou-se no País uma nova prática contábil, que vem se desenvolvendo gradativamente desde então. Como qualquer mudança significativa, essa também tem seus percalços inevitáveis, mas passíveis de ajustes.

Passados quase quatro anos de apresentação das demonstrações financeiras produzidas em consonância com as normas internacionais, o saldo da experiência brasileira é positivo, apesar do receio inicial e das contínuas adequações estabelecidas visando a ajustes para os países optantes pelo IFRS.

A alteração de processos estabeleceu uma mudança de filosofia na elaboração de demonstrações contábeis, explica Bruno Salotti, professor da Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras (Fipecafi) e da Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo (FEA-USP).  “O IFRS é um conjunto de normas baseado em princípios e, no Brasil, tínhamos um modelo baseado em regras. Em termos comparativos, do que havia antes para o que existe agora, houve avanço, e não tem como negar”, valida.

Salotti ressalta que hoje balanços e demonstrações contábeis têm melhor qualidade, conclusão a que chegou também o terceiro estudo produzido pela Ernest & Young (EY) em parceria com a Fipecafi para analisar a publicação de informações financeiras pelo IFRS. “Em três anos, obtivemos um avanço importante e o mercado todo está em uma curva de aprendizado”, acrescenta o sócio líder do escritório da EY no Rio Grande do Sul, Américo Franklin Neto, que também concorda com a ideia de que as normas internacionais impulsionaram uma mudança cultural, de hábitos e de rotina no País.

“É um processo ainda de maturação, de conhecimento das normas, que são complexas, demandam envolvimento de especialistas e privilegiam a essência ao invés da forma, diferentemente da modalidade anterior que favorecia os contratos”, sintetiza o diretor técnico do Instituto dos Auditores Independentes do Brasil (Ibracon), Idésio Coelho. Fica claro que as mudanças, por mais que sejam benéficas, não são simples. A cada novo ano, a prática diminui barreiras, mas também torna evidente a importância de atenção às informações divulgadas e ajustes normativos para que a proposta do IFRS não se perca.

O saldo, depois de três anos de demonstrações financeiras apresentadas pelo modelo do IFRS, é positivo e o maior ganho para o País foi o de transparência nas informações prestadas, avalia Neto. “A transparência é o maior benefício, pois qualquer país consegue entender melhor a informação. Então, como estamos no mercado global, só destaco melhorias para o Brasil.”

Qualificação e auditoria aprimoram demonstrações

Com mudanças sempre em curso, as IFRS exigem de contadores e auditores atualização constante. Idésio Coelho, diretor técnico do Ibracon, destaca que a qualificação ainda é o maior entrave para a obtenção de melhores resultados. “As normas não são tão obscuras a ponto de dificultar a aplicação. O que emperra é a capacitação”, resume.

A adequação do Brasil aos pronunciamentos ocorre dentro da normalidade, avalia Coelho, mas é entre as empresas auditadas que têm sido verificadas as melhores práticas, em função do treinamento mais ajustado. “A empresa que não é auditada vive mais no seu próprio mundo, fica sem modelo até como benchmarking e, assim, leva um tempo maior de ajuste.”

Danilo Simões, sócio do Departamento de Práticas Profissionais da KPMG no Brasil, lembra que a adesão brasileira foi rápida, com anúncio feito em 2007 e aplicação em 2010, período curto para desenvolvimento. “Do ponto de vista de formação dos profissionais e do ambiente acadêmico, não houve tempo hábil para uma preparação adequada. Foi uma adoção positiva para o mercado de capitais, porém, a infraestrutura (conhecimento e maturação dos integrantes das informações financeiras) exigiu que o aprendizado ocorresse com a prática.”

Por outro lado, o Brasil teve a vantagem de conhecer o modelo de outros países que já haviam adotado as normas, benefício que se perdeu a partir de 2010, quando o País passou a ser suscetível às alterações das regras, tendo que aplicá-las de imediato, assim como os demais países. E, nesse ritmo dinâmico, evoluem as normas, o mercado e os profissionais.

Excesso de notas explicativas e subjetividade prejudicam a compreensão

Ao avaliar as demonstrações financeiras feitas por 60 companhias brasileiras de capital aberto em 2012, o estudo da EY em parceria com a Fipecafi concluiu que, embora tenha sido constatada uma melhora gradual nas informações prestadas, o excesso de notas com conteúdo pouco relevante para o leitor e a subjetividade interpretativa para algumas regras (estabelecidas, no Brasil, pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis – CPC) afastam os relatórios do objetivo central das IFRS: diminuir as incertezas do mercado.

“Para quem está de fora, pode dar uma impressão de que, quando você diz que adota as IFRS, as demonstrações são 100% comparáveis às de outra empresa que também adota as normas internacionais, porém, as próprias normas, em algumas situações, permitem escolha e cada empresa pode seguir um caminho específico”, alerta o doutor em Controladoria e Contabilidade Bruno Salotti, professor da Fipecafi e da FEA-USP.

Uma situação que ilustra bem a dificuldade promovida pela escolha de métodos distintos é o CPC 28, que trata da propriedade para investimento. Salotti explica que há duas possibilidades diferentes para apresentação das informações. Uma é o modelo de custo, que registra o preço de aquisição e, posteriormente, de depreciação. A outra é o modelo do valor justo, no qual  é considerado o preço da propriedade a cada demonstração, revelando valorização ou desvalorização do espaço de acordo com o mercado.

No estudo da EY, 71% das companhias com propriedade para investimento recorreram ao modelo de custo contra 29% que optaram pelo valor justo. Das 60 empresas avaliadas, sete apresentaram propriedade para investimento. Dessas, cinco mensuraram as propriedades pelo método de custo (BM&FBovespa, EcoRodovias, MRV Engenharia, Multiplan e Sabesp) e duas pelo método de valor justo (BR Malls e BR Properties).

“Para mostrar os impactos das escolhas contábeis feitas pelas companhias, apresentamos os resultados que deixaram de ser apropriados no período de 2012 pela MRV Engenharia e pela Multiplan por terem escolhido o método de custo como avaliação de suas propriedades para investimento.

Podemos observar que, caso as companhias MRV Engenharia e Multiplan tivessem escolhido o valor justo, o ganho de fair value (valor justo), respectivamente, representaria 56,97% e 487% de seus resultados em 2012”, aponta o documento. “É um ponto de atenção. Quem vai analisar tem que ter consciência de que não é só sair comparando”, orienta Salotti.

A tendência, conforme avançam os debates sobre a aplicação dos pronunciamentos, é de que as normas restrinjam cada vez mais as opções de escolha a fim de uniformizar as informações prestadas. “No passado, a quantidade de opções que existia nas normas era maior e foi diminuindo. Mas as mudanças são feitas a partir de um amplo debate. É um processo político forte, amplo e demorado”, observa o professor da Fipecafi.

Já em relação ao excesso de notas explicativas e à relevância das informações prestadas, mudanças devem ser anunciadas em um prazo curto e, provavelmente no próximo ano, o IASB anuncie procedimentos a serem adotados. “Uma coisa patente, que tem sido ponto negativo, é que as empresas com adoção das IFRS  têm levado de maneira irracional a imposição de divulgação”, avalia Ricardo Julio Rodil, sócio da Baker Tilly Brasil e conselheiro do Ibracon.

Para Rodil, o excesso de notas é o maior gargalo das IFRS. “Em última instância, a intenção das normas é dar informação relevante ao usuário. Mas se eu faço 40 páginas de notas com a mesma ênfase a assuntos menos relevantes e mais relevantes, fica difícil para o leitor distinguir o que é o quê.

Isso tem se tornado um empecilho à boa informação”, acrescenta. Danilo Simões, sócio do Departamento de Práticas Profissionais da KPMG no Brasil, destaca que a preocupação em reportar todas as informações solicitadas pela norma leva muitas empresas a cumprir com essa prerrogativa de forma literal e automática, muitas vezes poluindo a demonstração financeira. “Existem documentos que repetem muitas informações”, ressalta.

Apesar dos pontos em debate – que não se refletem apenas nos balanços produzidos pelo Brasil, mas afetam todos os países adequados às normas -, as IFRS resultaram em melhorias, trazendo maior transparência para os dados divulgados no País e reduzindo o custo de capital, além de melhorar a qualidade da informação contábil.

 

A Faculdade FIPECAFI não fica atrás quando o assunto é normas internacionais de contabilidade e oferece o MBA IFRS. O curso possibilita o entendimento conceitual e prático dos diversos IFRS/IAS e CPCs, por meio da resolução de exercícios e cases, e da discussão de exemplos da realidade brasileira e transmite aos participantes conhecimentos relativos à área de análise de cenários econômicos, gestão financeira e gestão de pessoas, fundamentais para a atuação no meio empresarial.

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