Mercado de trabalho em 2015 é favorável a profissionais de finanças

O mercado de trabalho este ano tem seguido uma linha cautelosa quanto a investimentos e controle financeiro por parte das organizações. O cenário anda favorável aos profissionais de finanças, já que é a área que mais está em evidência nas empresas.

Recrutadores entrevistados pela Exame afirmaram que boa parte das empresas não conseguiu bater suas metas no ano passado, tornando necessária a presença de um profissional para organizar este objetivo e realizar a gestão financeira da empresa, maximizando sua rentabilidade.

Gerente ou diretor de planejamento financeiro, gerente de planejamento tributário, gerente ou diretor de compliance e controles internos, controller, diretor financeiro e executivo de governança corporativa são alguns dos cargos que se manterão em alta este ano.

As funções exigem graduados em Administração, Economia, Engenharia ou Ciências Contábeis, além de pós-graduação na área financeira. Conheça as grades de curso da FIPECAFI e aprimore seu currículo para uma carreira de sucesso.

Graduação em Ciências Contábeis 

MBAs

 

Fonte: Portal Exame

Controller e tributação são áreas demandadas em 2015

Para acompanhar as mudanças do mercado, diversas empresas têm iniciado processos de estruturação e reestruturação, além da implementação de controles e processos para um crescimento sólido e rentável. Essas transformações têm beneficiado profissionais graduados em Ciências Contábeis, Administração, Economia e Direito, gerando muitas oportunidades.

Após analisar o cenário econômico do Brasil e do mundo, a empresa de recrutamento Michael Page destacou três cargos em áreas relacionadas a finanças como as mais demandadas pelo mercado em 2015. Confira:

1)      Controller

Responsável pela gestão contábil, fiscal, coordenação e direção das atividades executadas nas áreas de planejamento, controladoria e finanças. A demanda por essa qualificação foi intensificada após a implementação das IFRS na contabilidade brasileira.

2)      Gerente de Planejamento Tributário

Acompanha e garante a apuração e o planejamento dos tributos em todas as esferas, atuando de acordo com a legislação fiscal e atendendo às auditorias. Além disso, ainda participa de processos decisórios da organização sobre aquisições, cisões, incorporações e vendas. A complexidade da matriz tributária brasileira exige uma demanda de profissionais qualificados na área.

3)      Gerente de Desenvolvimento de Negócios

Prospecta e lidera projetos de negócios ainda não explorados, com o objetivo de captar novas fontes de receita para a empresa. Responsável por gerar novos contratos a partir do desenvolvimento de nova aplicação para produto ou serviço.

Para alcançar estes cargos, os profissionais precisam se qualificar. A FIPECAFI oferece cursos específicos: MBA Controller e MBA Gestão Tributária.

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Fonte: Guia do Estudante

FIPECAFI realiza workshop “Desafios da Controladoria”

A FIPECAFI (Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras) realizou, em 29 de outubro de 2014, o workshop “Desafios da Controladoria”, a partir das 19 horas, em sua sede em São Paulo (SP). Profissionais interessados lotaram o auditório da FIPECAFI.

O Prof. Dr. Alexandre Assaf Neto abriu o evento e anunciou que a FIPECAFI está em processo de  análise na CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) do Ministério da Educação para lançar o Programa de Pós-Graduação Mestrado Profissional.

Assaf Neto observou que a FIPECAFI tem realizado workshop sobre Contabilidade, Controladoria e Finanças. Segundo ele, o Mestrado Profissional é uma modalidade de Pós-Graduação “stricto sensu” voltada para a capacitação de profissionais, nas diversas áreas do conhecimento, mediante o estudo de técnicas, processos, ou temáticas que atendam a demandas do mercado de trabalho.

Estratégia – O Prof. Dr.  Welington Rocha destacou em sua palestra o desafio dos profissionais de controladoria em alinhar “mensuração, informação e tomada de decisão à estratégia da empresa”. O Prof. Welington Rocha citou uma série de casos empresariais que demonstram a importância do profissional ter uma visão interorganizacional.

O Prof. Dr. Fabio Frezatti enfatizou os desafios e ações dos profissionais de controladoria, que devem ter atuação influenciadora para que a companhia alcance seus objetivos.

O Prof. Dr. Márcio Borinelli mostrou a importância da controladoria buscar garantir que se realize o que foi planejado.  Borinelli apresentou pesquisa com base na publicação “Melhores e Maiores” da revista Exame demonstrando a crescente importância da controladoria. A pós-graduação e a fluência em língua estrangeira (principalmente, inglês) são diferenciais importantes no mercado de trabalho, concluiu.

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Prof. Dr. Alexandre Assaf Neto, Prof. Dr. Márcio Borinelli, Prof. Dr.  Welington Rocha e Prof. Dr. Fabio Frezatti.

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Formatura de diversos cursos da FIPECAFI reúne alunos e professores

O evento aconteceu no Club Homs, em São Paulo, na noite do último dia 07

Em um encontro animado, cheio e diversificado, alunos e professores comemoraram a conclusão de várias turmas de diferentes cursos da instituição. Os MBAs Gestão Atuarial e Financeira, Controles Internos, Controller, Governança Corporativa, Gestão Tributária, IFRS, Mercado de Capitais, Finanças, Comunicação e Relações com Investidores, Finanças e Risco e Supply Chain & Logística Integrada, em sua maioria, formaram mais de uma turma, assim como a especialização em Contabilidade, Controladoria e Finanças, que formou oito.

O professor Dr. Iran Siqueira Lima, presidente da FIPECAFI, cumprimentou os formandos pela “grande vitória” e fez um breve discurso a respeito das atividades desenvolvidas pela fundação. O prof. Dr. Edgard Cornacchione Junior, chefe do Departamento de Contabilidade e Atuária da FEA-USP, destacou a parceria com a FIPECAFI, parabenizou os formandos e falou a importância dos cursos na vida profissional dos formandos.

A formatura também contou com a presença dos presidentes do IBRI (Instituto Brasileiro de Relações com Investidores), Geraldo Soares, e da APIMEC SP (Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais), Ricardo Tadeu Martins, que congratularam os alunos dos cursos que contam com a parceria das instituições: MBA Finanças, Comunicação e Relações com Investidores – IBRI – e MBA Mercado de Capitais – APIMEC SP.

Controladoria: ambiente e importância nas organizações

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Profª Drª Luciane Reginato*

É desafiador administrar um empreendimento em um ambiente turbulento, incerto e dinâmico como o empresarial. Ciclos de vida cada vez mais curtos de produtos, concorrência, renovação tecnológica constante, mercados globalizados, entre outras, são variáveis que requerem das ciências administrativas um permanente reexame das filosofias que sustentam suas contribuições para o desenvolvimento e a pujança das organizações. Entre os focos desse contínuo reexame está a busca pelo melhor entendimento dos fatores ambientais que permitam tornar o ambiente empresarial menos complexo e mais compreensível para os seus administradores.

Nesse cenário, de forma inequívoca, decidir é a tarefa mais importante em uma organização, parecendo claro, também, que o nível de sucesso das decisões depende da habilidade do decisor em desenvolver e analisar as alternativas disponíveis para as soluções dos problemas.

A área de controladoria tem a função de promover a eficácia dessas decisões, monitorando a execução dos objetivos estabelecidos, investigando e diagnosticando as razões para a ocorrência de eventuais desvios entre os resultados alcançados e os esperados, indicando as correções de rumo, quando necessárias, e, principalmente, suavizando as imponderabilidades das variáveis econômicas, através do provimento de informações sobre operações passadas e presentes e de sua adequada comunicação aos gestores, de forma a sustentar a integridade do processo decisório.

A função da controladoria consiste em apoiar o processo de decisão, utilizando-se para tanto de um sistema de informações que possibilite e facilite o controle operacional, por meio do monitoramento das atividades da empresa. A controladoria pode ter funções diversas, dependendo das dimensões da empresa e da filosofia que orienta a sua administração. No tocante à filosofia, é possível entendê-la como a forma segundo a qual a alta administração concebe os níveis de controles operacionais que a empresa deve adotar, bem como o formato das informações providas aos usuários e, em última análise, quais os sistemas de informações e as tecnologias que devem ser disponibilizados para este fim. Posto isto, entenda-se que esta filosofia reflete as características do modelo de gestão da empresa.

O controle organizacional, por sua vez, em sua forma plena reflete os meios utilizados pela administração para criar padrões de comportamento a serem seguidos pelos membros organizacionais, de forma que estes levem o empreendimento à eficácia, e que sirvam de base para o seu próprio monitoramento, utilizando-se procedimentos apropriados de gestão, entre eles o planejamento, considerado um instrumento macro de controle.

Nesse sentido, o planejamento se justifica apenas quando puder ser visto tanto como uma forma de acompanhamento do desempenho da empresa por seus líderes, quanto como uma bússola que direcione os gestores especificamente na condução das atividades sob suas responsabilidades. Se isso ocorrer, infere-se que esse instrumento pode realmente ser considerado como uma espécie de controle e monitoramento do desempenho da empresa e de seus gestores. Entretanto, ele não pode ser visto como suficiente para garantir uma gestão eficaz, pois depende de outros instrumentos complementares de gestão, também capazes de fornecer informações acuradas e oportunas, como as provenientes das contabilidades financeiras e de custos. Além dessas, é preciso focar todo o processo de gestão, que inclui não apenas o planejamento, mas, em igual nível de importância, a execução, o controle e o feedback.

Ganha ênfase nesse processo o recurso informação, por meio do qual é possível manter o controle entre planejamento e sua execução, melhorando as possíveis distorções existentes. Para garantir a fidedignidade da informação se faz necessário que a empresa mantenha uma robusta estrutura de controles internos e um nível elevado de governança corporativa. A controladoria existe também como um mecanismo de governança corporativa nas empresas.

Percebe-se, diante dessa contextualização, que a controladoria é uma área de extremo valor nas empresas, sendo considerada a centralizadora da informação para fins de monitoramento e reporte de informações. Para tanto, logicamente conta com o apoio das demais áreas da empresa e tem como objetivo apoiá-las.

Essa área aqui mencionada, para existir e gerir as atividades concernentes a ela, demanda um profissional com a devida competência e formação e necessário conhecimento: o controller. O controller deve atuar em uma empresa como um maestro atuante em uma regência de orquestra. No caso do controle, a atuação desse profissional consiste em reger (fornecer informações relevantes para as áreas executarem os planos e monitorar o desempenho consequente) a empresa como um todo. Essa atividade se dá por meio da informação, amparada em eficientes sistemas e ferramentas tecnológicas conjugados com o adequado desempenho das pessoas.

O papel essencial do controller não foge dessa sumarizada menção (continua o mesmo), entretanto o escopo de sua atuação depende da estrutura organizacional, ou seja, em uma organização pode-se ter a figura do controller geral, de logística, de produção (e outros) ou somente um controller.

Tendo em vista a relevância inquestionável da área de controladoria, principalmente com os avanços ocorridos na sociedade em geral (envolvendo economia, tecnologia e demais variáveis), o controller tem se destacado consideravelmente, tornando-se um profissional valioso no mercado. Cada vez mais as empresas buscam profissionais qualificados para atuarem na área de controladoria. É salutar, nesse sentido, que os profissionais que objetivem atuar nessa área, se preparem compativelmente com as demandas crescentes das empresas nacionais e estrangeiras.

Com o objetivo de capacitar o profissional, para que este entenda e faça parte da área de controladoria – extremamente relevante numa empresa – a Faculdade FIPECAFI oferece o curso de MBA Controller, coordenado em parceria com a ANEFAC – Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade. É um curso de excelência que conta com atualização curricular constante e adequação às necessidades dos profissionais das áreas de controladoria, contabilidade e finanças.

Para saber mais sobre o curso, clique aqui

* Luciane Reginato é Doutora e Mestre em contabilidade e controladoria e     Coordenadora do MBA Controller/FIPECAFI

Um líder de sucesso

Com a competitividade e a evolução dos meios corporativos, pessoas com perfil de liderança estão cada vez mais valorizadas no mercado de trabalho. Você sabe quais são as características necessárias para se tornar um líder de sucesso? Quais as melhores maneiras de desenvolver a liderança? A ANEFAC apoiou e a Fipecafi (Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras) promoveu no dia 23 de março o seminário “Liderança e Desenvolvimento de Liderança”, voltada aos alunos do MBA Controller, com a presença do professor Alexandre Ardichvili, expert no tema da Universidade de Minnesota.

Pesquisa realizada com egressos em cursos de MBA no Reino Unido e nos Estados Unidos apontou Barack Obama como uma das personalidades mundiais quando o assunto é liderança. Mas quais são as qualidades que tornam Obama um dos maiores líderes mundiais? De acordo com a mesma pesquisa, os principais quesitos apontados pelos alunos como primordiais para seu sucesso como líder são inteligência, respeito, afeto e o discurso esclarecedor em suas abordagens.

O que define mesmo liderança, segundo o professor Alexandre Ardichvili, é a capacidade do gestor em influenciar as pessoas que estão ao seu redor. “Liderança é um processo pelo qual um indivíduo influencia um grupo de indivíduos para alcançar um objetivo comum”, disse. Essa capacidade de influenciar pessoas está diretamente relacionada a algumas características presentes na personalidade desses líderes como, por exemplo, extroversão, abertura a novas experiências, socialização e poder de conscientização geral, conforme mostra estudo qualitativo sobre personalidade e liderança feito pelos professores Timothy A. Judge, Joyce E. Bono e Megan W. Gerhardt, e publicado no “Journal of Applied Psychology”, em agosto de 2002.

De acordo com uma pesquisa da MDA Consulting de Minneapolis, cerca de 90% dos executivos dos Estados Unidos não acreditam que suas organizações estão preparadas para o desenvolvimento de novo líderes, apesar das organizações empresarias gastarem aproximadamente US$ 60 bilhões em desenvolvimento de liderança e gestão de pessoas. Para o professor Ardichvili, existem cinco modelos ideais de liderança: Estilo, Liderança Situacional, Liderança Transformacional, Liderança Autêntica e Liderança Ética. Para exercer qualquer uma dessas categorias, algumas características pessoais são primordiais.

Entre elas, a capacidade de entender e se adaptar a situações do dia a dia; buscar soluções acertadas para a empresa; e ouvir sempre o que os profissionais que estão ao seu redor têm a dizer, pois esses feedbacks são necessários para manter funcionários motivados. Espera-se que um líder seja um exemplo para seus funcionários, tanto na parte da competência para enfrentar situações adversas, quanto em assuntos relacionados à postura ética perante os funcionários e aos valores da empresa. De acordo com o professor, um dos novos desafios do século XXI é entender como exercer o papel de liderança com a nova geração que está estrando no mercado, a chamada Geração Y. Para atender a demanda dessa nova geração, que já tem bastante representatividade nos ambientes das grandes organizações, é necessário manter uma abordagem individualizada do profissional com estímulo intelectual e feedback constante para que o profissional possa render o esperado dentro de suas responsabilidades e aptidões. Nesses casos, o mais indicado é o uso da liderança transformacional, que é usado para estimular o crescimento intelectual dos funcionários.

Para Patrícia Mizuki, sócia sênior na PwC e pós-graduada em MBA Controller, a metodologia apontada pela liderança transformacional é a mais adequada para o momento e para o futuro das empresas. “Esta é a forma que mais se adapta à realidade da Geração Y”, afirma. Outra forma de liderança essencial para os dias atuais é a ética. Nessa modalidade de liderança, o profissional, além de ter capacidade técnica para um cargo de gestão, conquista seus seguidores através das atitudes adotadas no cotidiano da empresa. Para se tornar um líder ético, o profissional deve ter atributos como ser um bom ouvinte, ter atitudes éticas na sua vida profissional e pessoal (servir como exemplo), tomar decisões justas e equilibradas, ser confiável e, acima de tudo, antes de tomar qualquer decisão, perguntar-se “Qual a coisa certa a fazer?”.

Como desenvolver a liderança

Ardichvili apontou técnicas para os profissionais desenvolverem e maximizarem seus perfis de liderança dentro do ambiente de trabalho a partir de quatro principais conceitos de abordagem. A primeira é a Conceitual-consciência, onde o profissional pode aprimorar seus conhecimentos técnicos e expertises de líder através de workshops, seminários e leitura de livros que ajudam a desenvolver seu poder de influenciar e melhorar o relacionamento com funcionários. O profissional que quer desenvolver sua liderança de forma contínua também precisa aprimorar suas habilidades experimentais, ou seja, aprender no cotidiano da empresa ou setor pelo qual ele responde com as novidades operacionais que estão sendo usadas. “Só assim ele poderá tomar as decisões corretas a respeito dos assuntos e entender melhor as dificuldades que seus funcionários estão encontrando”, observou.

Outra forma de aprimoramento é a realização de múltiplas avalições com outros profissionais da empresa. “Realizar questionários qualitativos e quantitativos a respeito do trabalho desenvolvido é a melhor forma de mensurar como anda sua liderança, pois sabendo a opinião dos profissionais que estão ao seu redor, é possível minimizar insatisfações e aprender com os possíveis erros que podem ser apontados pelos outros”, indicou o professor. Esse tipo de avalição de desempenho e relacionamento está presente nos Estados Unidos desde o início dos anos 1980, ganhou popularidade nas organizações privadas durante a década seguinte (anos 90) e serviu para permitir o desenvolvimento contínuo de seus principais líderes dentro das organizações empresariais com maior sucesso. Esse tipo de avaliação, conhecida como 360º, é bastante utilizada porque, atualmente, nas empresas norte-americanas cerca de 80% dos funcionários são gerentes e gestores de área.

Para a coordenadora do curso de MBA Controller, Silvia Casa Nova, seminários como os ministrados no último dia 23 de março são essenciais para aprimorar a formação dos alunos do curso de pós-graduação que lidam com situações de liderança. “Essas experiências são profícuas para os profissionais de todas as áreas de atuação, pois nutrem ideias e insights das práticas empresariais”, afirmou.

Fonte: ANEFAC

Profissão de Controller exige novos atributos!

 

Em função do aumento da complexidade organizacional das empresas, as exigências para evoluir na profissão de Controller passam por algumas reformulações. Hoje, é necessário que o profissional domine requisitos que não pertencem exclusivamente ao campo de sua formação técnica.

Há 10 anos esperava-se que o profissional de Controladoria mantivesse como prioridade o controle do plano de operações da empresa, emissão de relatórios, além de reportar e interpretar os resultados das operações dos diversos níveis gerenciais. Entretanto, o Controller de hoje também precisa possuir conhecimentos de “capital humano”, como ter a capacidade de gerenciar pessoas, dominar a comunicação, línguas estrangeiras e ter espírito de liderança. “Um dos atributos mais valorizados pelo profissional de controladoria é saber influenciar pessoas e ter aptidão para vender bem seus projetos”, afirma Rubens Lopes da Silva, vice-presidente da ANEFAC (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade), que é associada à Faculdade FIPECAFI.

É importante que o Controller conheça a companhia de maneira homogênea, tenha conhecimento das operações que são realizadas e como essas operações podem impactar na contabilidade da organização. Dessa forma, as empresas valorizam o Controller que sabe manter relacionamento com os diversos departamentos.

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A promissora carreira de Controller

Mercado aquecido, grandes chances de crescimento e salários de cerca de 20 mil reais mensais. Essas são algumas das oportunidades que um profissional de Controller bem preparado encontra em sua carreira.

O Controller é um profissional de contabilidade especializado em controladoria para empresas privadas e públicas. A atual situação é de alta demanda por esses profissionais devido ao alto volume de serviços necessitados pelas empresas, e mais ainda pela falta de profissionais especializados nesse segmento, gerando um deficit de mão de obra e alta procura por parte das organizações.

Porém, essa é uma função relativamente nova dentro das empresas, que ainda não estão totalmente habituadas com o papel desse profissional. No Brasil, até mesmo as grandes empresas enxergam o Controller como aquele que vai fazer a conversão do balanço em moeda estrangeira, que vai fazer o comparativo do orçamento anual do previsto com o realizado.

Além da formação em contabilidade, esses profissionais têm que ter uma visão econômica, financeira, estratégica e as vezes até operacional da empresa. Pois, eles devem, em conjunto com os estrategistas da empresa, planejar e coordenar as estratégias a serem traçadas, e através dos resultados realizados, prever qual será a tendência dos resultados futuros.

Não se pode mais estabelecer a função do Controller como o gerente da controladoria, mas sim como o profissional mais completo em termos de gestão empresarial, que exerce uma função muito mais importante do que se imagina.

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A importância da Matemática Financeira para as empresas

A Matemática Financeira é de extrema importância para o processo de tomada de decisões na empresa, e sua aplicação traz maior rentabilidade, maximizando os resultados.

A Matemática Financeira é um ramo da matemática que tem como objeto de estudo o comportamento do dinheiro ao longo do tempo. Esse tema avalia a forma como esse dinheiro é ou será empregado, visando maximizar o resultado.

A Matemática Financeira busca quantificar as transações que ocorrem no meio financeiro, levando em conta o valor monetário no tempo. No atual cenário de economia globalizada, nenhum projeto prossegue sem que sejam levados em conta todos seus aspectos financeiros.

Além disso, a Matemática Financeira também pode ser aplicada em diversas situações cotidianas, como calcular as prestações de um financiamento de um móvel ou imóvel optando pelo pagamento à vista ou parcelado. Dessa forma, estudo da Matemática Financeira se mostra como ferramenta essencial para qualquer pessoa que almeje entender o fluxo de capital em corrente pelo mundo.

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A profissão de Controller está em alta no país!

Você sabia que os primeiros profissionais de Controller vieram para o Brasil com as grandes corporações americanas após a 2ª Guerra Mundial?

A função do Controller surgiu com a chegada das multinacionais norte-americanas no país. Nessa época, esses profissionais vinham para ensinar as teorias e práticas de Contabilidade, implantando sistemas de controles e controlar as operações das empresas.

As empresas, confiantes no possível crescimento da economia brasileira, pretendem contratar mais profissionais ligados á Controladoria em 2013, o que aumenta a concorrência entre profissionais e a necessidade de maior qualificação.

 

Fonte: BBC Brasil

 

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Gestão de Risco: o que é Risco Operacional?

O risco operacional possui diversas conceituações e está relacionado a possíveis perdas como resultado de sistemas ou controles inadequados, falhas de gerenciamento e erros humanos. De acordo com estudos, o risco operacional é um dos quatro grandes grupos de risco, ao lado do risco de crédito, risco de mercado e risco legal.

Esse tipo de Risco está ligado às perdas potenciais resultantes de sistemas inadequados, falha de gerenciamento, falha nos controles, fraude ou erro humano, enquadrando-se dentre um dos tipos de riscos financeiros, ao lado do risco de crédito, risco de mercado, risco de liquidez e risco legal. Também é decorrente de perdas resultantes de processos internos falhos ou inadequados, pessoas e sistemas, ou eventos externos. A definição inclui risco legal, mas exclui risco estratégico e reputacional.

Como alguns tipos de eventos de risco operacional, temos fraudes internas e externas, práticas empregatícias e segurança no ambiente de trabalho, atividades indevidas praticadas por clientes, informações usadas indevidamente sobre produtos e práticas de negócios, danos a ativos fiscais, falhas no sistema e em processos de negociações, e erros em execuções e entregas.

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Gestão Tributária e Controladoria: qual a relação?

Em consequência da alta carga tributaria brasileira, cada vez mais as empresas buscam realizar uma Gestão Tributária com objetivo de maximizar o lucro, e assim garantir a continuidade do empreendimento. Neste contexto, discute-se que o desenvolvimento da gestão de impostos pela controladoria nas empresas, impõe-se pela natural tendência de a contabilidade dispor e utilizar as informações relativas aos impostos. Levando os gestores desta atividade a exercerem uma função de apoio aos demais gestores, envolvendo as operações de monitoramento e assessoria às demais áreas e departamentos da empresa.

Neste contexto, estudiosos do assunto descrevem que é comum a utilização de duas nomenclaturas “Planejamento Tributário” e “Gestão Tributária”. Existem diferenças significativas para estas atividades, define-se Planejamento Tributário como estudos pontuais e específicos que objetivam melhorar a carga tributária geral da empresa, através de contenciosos, reorganizações societárias, sendo esta uma atividade objetiva questões de natureza jurídica, mas, trazem reflexos econômicos as entidades. Já a Gestão Tributária consiste em um processo em que o controller é o responsável pela estruturação de sistemas de informação que ofereça suporte à gestão da empresa. Sendo que a base para existência deste sistema de informações está vinculada à grande quantidade de impostos, taxas e contribuições do sistema tributário nacional.

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