Mercado de trabalho em 2015 é favorável a profissionais de finanças

O mercado de trabalho este ano tem seguido uma linha cautelosa quanto a investimentos e controle financeiro por parte das organizações. O cenário anda favorável aos profissionais de finanças, já que é a área que mais está em evidência nas empresas.

Recrutadores entrevistados pela Exame afirmaram que boa parte das empresas não conseguiu bater suas metas no ano passado, tornando necessária a presença de um profissional para organizar este objetivo e realizar a gestão financeira da empresa, maximizando sua rentabilidade.

Gerente ou diretor de planejamento financeiro, gerente de planejamento tributário, gerente ou diretor de compliance e controles internos, controller, diretor financeiro e executivo de governança corporativa são alguns dos cargos que se manterão em alta este ano.

As funções exigem graduados em Administração, Economia, Engenharia ou Ciências Contábeis, além de pós-graduação na área financeira. Conheça as grades de curso da FIPECAFI e aprimore seu currículo para uma carreira de sucesso.

Graduação em Ciências Contábeis 

MBAs

 

Fonte: Portal Exame

Como se destacar em uma entrevista de emprego?

A entrevista de emprego é o primeiro passo para começar uma nova trajetória na carreira. Um momento decisivo que merece todo cuidado. O tom de voz, as palavras ditas e as expressões faciais dizem mais sobre um candidato do que ele pode imaginar.

Ser transparente é muito importante, principalmente quando se trata de fraquezas. Um bom profissional não conta apenas os seus sucessos. Neste caso, é importante explicar como a situação foi resolvida. Isto mostra que você se conhece bem e o quanto sabe que pode acrescentar à empresa.

Outro ponto a ser ressaltado é o quanto você conhece a organização a qual tem vontade de pertencer. Saber seu histórico, sua representação no mercado e especialidades é fundamental. A entrevista também é o melhor momento para fazer perguntas. Sim! Pergunte mais sobre a vaga e os benefícios. Isso mostra um real interesse pela oportunidade.

Confira mais algumas dicas:

  • Apresente projetos e resultados de experiências anteriores, mostrando o quanto seu trabalho contribuiu para as organizações anteriores;
  • Demonstre segurança e clareza durante a entrevista;
  • Se mudar de ideia em relação à oportunidade, avise o recrutador imediatamente. Isso demonstra maturidade e profissionalismo;
  • Cuide de sua aparência pessoal. Vista-se de maneira adequada;
  • Saiba ouvir e se colocar no lugar do outro;
  • Fale sobre suas motivações e valores no trabalho.

Vale lembrar que discursos prontos e bajulação só lhe fazem perder pontos. Ser educado, objetivo e sincero é fundamental.

Boa sorte!

Sinais de desespero por emprego pode prejudicar candidato em entrevista

Recrutadores avaliam comportamentos que prejudicam a imagem do aspirante ao cargo

 Um processo seletivo, normalmente, já costuma provocar um certo nervosismo nos candidatos. Além de toda a preocupação com traje e postura, os participantes precisam se atentar ao comportamento e discurso feito no momento em que são questionados. Muitas pessoas acabam exagerando ao citar suas qualidades e acontece, até mesmo, de surgirem pedidos desesperados, chantagens emocionais e atitudes totalmente antiprofissionais.

Candidatar-se a posições inferiores a própria qualificação também é um dos sinais considerados pelos headhunters como desespero, assim como chegar muito antes do horário da entrevista, ou ligar insistentemente para o recrutador na busca pelo resultado do processo.

Para não passar por esse tipo de situação o profissional deve garantir aptidões e conhecimentos que o façam se destacar naturalmente, através de muito estudo e dedicação. Quando o candidato possui um excelente currículo e domina o assunto, se sente mais seguro, além de ser mais valorizado no mercado.

A FIPECAFI oferece cursos de MBA, especialização, extensão e muito mais para ampliar ou desenvolver competências exigidas pelo mercado de trabalho. Estude com a instituição que possui 40 anos de tradição em ensino, professores, doutores e mestres, em sua maioria, titulados pela FEA/USP em Contabilidade e áreas afins, e profissionais que estão presentes no mercado de trabalho e em projetos de pesquisa para trazer o que há de mais recente nas suas respectivas áreas de atuação.

Para ler a matéria completa e saber outros sinais que acusam o nervosismo do candidato, clique aqui.

Para saber sobre os cursos na FIPECAFI e tudo o que ela tem a oferecer, clique aqui.

 

Fonte: Exame.com

Desaceleração econômica aumenta demanda por profissionais de contabilidade

Sem título

Veículo: Revista Istoé (Luis Gustavo Pacete)

Se em tempos de economia aquecida, construtoras e empresas de varejo demandam a contratação de engenheiros e vendedores a ponto de faltar profissionais, em época de economia desacelerando e corte de custos, são os profissionais de finanças e contabilidade que entram em campo. É nesse momento que as empresas precisam realizar ajustes, reestruturações e até mesmo demissões, o que implica na necessidade de mão-de-obra especializada.

Pesquisa mundial realizada no fim de setembro pela consultoria Robert Half com mais de dois mil CFOs, sigla para Chief Financial Officer, de 14 países, mostra que os executivos brasileiros são os mais otimistas em relação ao aumento de suas equipes de finanças e contabilidade. Do total de brasileiros entrevistados, 62% dos diretores financeiros responderam que pretendem criar novas vagas nas áreas financeira e contábil. Na média global, apenas 37% confirmaram a abertura de posições.

Fábio Saad, gerente sênior da divisão de Finanças da Robert Half, explica que analisando o histórico da pesquisa foi possível constatar que nos últimos três anos o Brasil investiu muito em expansão de mercado e viu vagas crescerem nas áreas de vendas, marketing e engenharia. Atualmente, com uma freada na economia, as companhias estão olhando para dentro de casa. “Isso acaba sendo cíclico, esse efeito expande e arruma. Momentos em que as empresas estão olhando mais para rentabilidade financeira e menos para expansão”, diz o especialista.

Marcelo Lico, sócio-diretor da Crowe Horwath Brasil, empresa que ocupa o nono lugar no ranking mundial das maiores empresas de auditoria, explica que a demanda por profissionais de contabilidade e finanças também está relacionada à mudança de perfil das empresas brasileiras. “O Brasil  viveu mudanças radicais na área de contabilidade nos últimos cinco anos. Por outro lado, muitas empresas foram para o mercado de capitais exigindo a contratação de profissionais dessas áreas.”

Turn Over

A pesquisa também identificou que o Brasil ocupa o primeiro lugar do ranking de preocupação com a perda de profissionais para outras empresas. Metade dos CEOs do País estão muito preocupados e 45% disseram estar preocupados em perder seus talentos para o mercado. Para 56% das companhias brasileiras ainda é muito desafiador encontrar profissionais qualificados. “A oferta desses perfis é menor que a demanda e, por isso, é difícil encontrar colaboradores com competências específicas, como fluência em inglês”, afirma Fernando Mantovani, diretor da Robert Half. Segundo o levantamento, as empresas não buscam apenas qualidades técnicas, mas também habilidades comportamentais como boa comunicação, trabalho em equipe e perfil de liderança. Lico explica que ainda existe dificuldade de encontrar profissionais que tenham esse perfil, por isso o alto índice de rotatividade.

 

Fonte: Contadores

Profissionais de Supply Chain estão entre os mais disputados por empresas

Supply-chain-warehouse

Uma recente pesquisa da companhia de recrutamento especializado Page Personnel, divulgada pelo portal InfoMoney, revelou algumas das profissões mais buscadas pelas empresas nos últimos meses. Os profissionais de Supply Chain figuram entre os mais disputados no mercado de trabalho.

Além disso, o estudo ressaltou algumas das características atraentes para os contratadores, independentemente do cargo ocupado. São elas: pensamento estratégico, trazer resultado imediato, ter um ótimo networking e total domínio do cargo.

Confira a lista completa de profissões (e seus salários):

EXECUTIVO DE VENDAS HUNTER SÊNIOR

Esse profissional precisa ter conhecimento do segmento e boa relação com as empresas para gerar bons negócios.
No caso de vendas técnicas, pede-se formação técnica relacionada com o segmento de atuação. Em mercados menos técnicos, o curso de formação é aberto.

O salário médio é R$ 7.000.

ANALISTA DE PRECIFICAÇÃO (MERCADO DE BENS DE CONSUMO)

O funcionário deve ser analítico e ter familiaridade com números e criação de modelos econômicos. Ele deve saber precificar produtos com ferramentas de apoio (como softwares que as empresas compram), e manualmente (usando Access e Excel).
A formação requisitada é de graduação em economia, administração, engenharia ou estatística.

O salário médio é de R$ 5.500.

ANALISTA DE CUSTOS

Espera-se que o profissional seja experiente e analítico, com conhecimentos em diversos formatos de apuração de custos. Também deve ser proativo e ter bom relacionamento interpessoal.
A formação requisitada é a graduação em economia, administração, engenharia ou ciências contábeis.

O salário médio é de R$ 5.000.

COORDENADOR DE UNIVERSIDADE CORPORATIVA

Esse profissional deve ter sólida experiência em treinamento, conhecimento das ferramentas de avaliação de desempenho, e visão de negócios.
O candidato pode ser graduado em em psicologia, administração de empresas ou recursos humanos.

O salário médio é de R$ 7.000.

ESPECIALISTA DE PROJETOS

Espera-se alguém multitarefas, com habilidade para lidar com prazos, números, pessoas, cálculos técnicos, processos, metodologia, qualidade etc.
O profissional ideal tem formação em engenharia, e às vezes alguma passagem por alguma consultoria. Também pede-se domínio de ferramentas como MSproject e Excel.

O salário médio é de R$ 7.500.

ANALISTA SÊNIOR / ESPECIALISTA DE “SUPPLY CHAIN” (CADEIA DE FORNECEDORES)
É preciso perfil estratégico e proativo, além de habilidade em integrar, analisar, planejar e viabilizar soluções e melhorias integradas na cadeia. Também espera-se conhecimento e passagem por pelo menos três áreas que compõem a gerência de “supply chain”. O inglês deve ser fluente.
A formação requisitada é a graduado em administração, engenharia ou áreas correlatas. Também pede-se MBA ou cursos específicos nas áreas de logística e “supply chain”.

O salário médio é de R$ 7.000.

ARQUITETO DE SISTEMAS

O profissional deve com sólida experiência em arquitetura de sistemas e, em paralelo, conhecer a lógica de programação, banco de dados, metodologias e ter capacidade de gerir projetos.
Os candidatos devem ser graduados em faculdades de primeira linha no segmento de tecnologia da informação. Inglês fluente é necessário.

O salário médio é de R$ 7.500.

Demandas profissionais de 2013

Desde o dia 1º de janeiro de 2013 novas regras do Comitê de Supervisão Bancária de Basiléia, ou somente Basileia III, entraram em vigor no Brasil, acarretando novas demandas para os profissionais de Administração, Contabilidade e Finanças. As regras visam o aprimoramento da regulamentação prudencial e buscam melhorar a estrutura de capital das instituições financeiras, prevenindo novas crises financeiras. “A implementação de novas regulamentações, entre elas a Basileia III, é uma das consequências da crise de 2008 e impacta na questão da liquidez dos bancos. No Brasil, eles já estão se preparando para isso e precisaram contratar executivos com esse foco e conhecimento prévio”, diz Letícia Bressiani, diretora da Fesa, empresa de recrutamento de altos executivos.

De acordo com a executiva, os próximos anos demandarão equipes mais focadas na execução dessas regras para que o gerenciamento do capital seja realizado de maneira mais adequada e os bancos tenham mais liquidez. A função de Hedge de ALM (Asset Liability Management), que até então era executada por profissionais fora do Brasil, agora passa a ganhar visibilidade e destaque no mercado local. “Agora já estão criando essa função aqui. Esse profissional geralmente se reporta ao CFO (Chief Financial Officer) e tem o papel de gerenciar todos os riscos e a liquidez do banco”, completa.

Bruscas oscilações dos mercados e consequentes regulamentações têm determinado diferentes realidades para os profissionais dessas áreas, os quais devem se manter constantemente atualizados em tudo que modifica sua rotina de trabalho. Fernando Guedes, sócio gerente da regional Asap – consultoria de recrutamento e seleção de executivos, afirma que o profissional de Finanças tem a característica de ser muito requisitado dentro das empresas, independente do momento que a economia e a sociedade vivem.

“O momento que estamos vivenciando, de uma economia um pouco mais estagnada, leva as empresas a olhar mais de perto, obrigatoriamente, a questão dos custos. Em um movimento natural, passa-se a buscar com mais detalhe analítico a questão de margens e contar com profissional de Finanças com conhecimento nessa área é importante”, destaca.

Na opinião do executivo, conhecimento técnico é fundamental, mas, do ponto de vista comportamental, os profissionais que se destacarem em quesitos como liderança e relacionamento interpessoal sairão na frente. Segundo ele, por ser do campo das Ciências Exatas, o profissional de Finanças possui perfil mais introspectivo e pragmático. Aquele que conseguir agregar o lado humano com relacionamento interpessoal, gestão de times e liderança, naturalmente se diferenciará entre os demais.

A executiva da Fesa destaca ainda que, em Finanças, as posições mais procuradas pelas empresas >referem-se a risco e gerenciamento de capital. De todos os executivos posicionados pela empresa nesse ano, 23% correspondem a área financeira e de controladoria. “Da mesma forma, quando apontamos para uma tendência de crescimento e recuperação econômica, é necessário que se olhe para investimentos e oportunidades sem esquecer os custos e o tamanho das estruturas. Novamente, o profissional de Finanças é importante”, enfatiza Guedes.

Fonte: Anefac