MBA aplica tecnologia e inovação nas tomadas de decisões do setor empresarial

Curso desenvolve, nos profissionais de TI, atitude apropriada para negócios

O setor organizacional das empresas depende, cada vez mais, de avanços tecnológicos para a otimização de sua operação e gestão. O MBA Tecnologia, Inovação e Gerenciamento possui um foco inovador que vai além dos ensinamentos tradicionais de TI e oferece desenvolvimento e aperfeiçoamento das competências exigidas dos profissionais contemporâneos para a tomada de decisões sobre os processos de transformação organizacional estratégicos.

Competências executivas são altamente demandadas pelo mercado global, assim como o domínio da tecnologia e da inovação constante das atividades nesse setor. Por isso, a FIPECAFI oferece um curso completo que aborda tanto assuntos ligados a negócios, quanto conceitos e práticas de TI.

A turma do MBA tem previsão de início para agosto. Saiba mais sobre o curso e inscreva-se! Clique aqui.

 

“É preciso abraçar os desafios e não esconder-se deles”, diz Prof. Dr. Edgard Cornacchione Jr. em entrevista

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Em entrevista ao Programa Radioatividade, da Rádio Cidade de Jundiaí, o Prof. Dr. Edgard Cornacchione Jr. destacou a importância de encarar os desafios com autoridade, ao invés de esconder-se deles para o sucesso nos negócios.

Na ocasião, o coordenador do MBA Tecnologia, Inovação e Gerenciamento – TIGER da FIPECAFI declarou que a tecnologia está mudando a forma das pessoas verem os negócios, mas que nem todos estão preparados para tal. Na opinião do professor, prudência e determinação são fundamentais para o sucesso.

“A primeira coisa a ser apoiada enquanto líderes de negócios é evitar esconder-se atrás das novidades para que elas não sejam uma ameaça. É uma reação natural do ser humano rejeitar o desconhecido, tem a ver com o medo. Temos medo daquilo que é novo e temos medo daquilo que conhecemos mas está numa situação diferente da nossa. Para os negócios isso é crítico, e o que mais vemos são pessoas altamente capacitadas, mas que, chegada uma determinada inovação muito mais densa, prefere esconder-se ao invés de encará-la”, contou o professor.

Ouça a entrevista na íntegra!

Atenta às transformações no mundo dos negócios, a FIPECAFI oferece o curso MBA Tecnologia, Inovação e Gerenciamento – TIGER. O curso foi desenvolvido para atender à demanda do atual ambiente organizacional. Este ambiente é altamente dinâmico e cada vez mais dependente de avanços tecnológicos para a otimização de sua operação e gestão visando fortalecimento de sua proposta de valor.

O foco inovador curso MBA TIGER transcende os ensinamentos do tradicional MBA TI ao oferecer desenvolvimento e aperfeiçoamento das competências exigidas dos profissionais contemporâneos para a tomada de decisões sobre os processos de transformação organizacional estratégicos. São estes métodos que dão sustentação à formação, buscando desenvolver talentos voltados à tecnologia, inovação e gerenciamento e suas aplicações reais no ambiente empresarial.

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Muito Além dos Números: desafios para os negócios (2015-2030)

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Prof. Dr. Edgard Cornacchione no evento NTI (Núcleo de Tecnologia e Inovação) e MBA TIGER

No último dia 5 (quinta-feira), o Departamento de Contabilidade e Atuária da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (EAC-FEA/USP) e a Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras (Fipecafi) promoveram, na Cidade Universitária, o evento NTI (Núcleo de Tecnologia e Inovação) e MBA TIGER. Na ocasião, o Prof. Dr. Edgard Cornacchione ministrou a palestra “Muito Além dos Números: Desafios para os Negócios (2015-2030)”. No texto a seguir, o professor discorreu sobre os impactos que as novas tecnologias promovem na sociedade, na cultura, no mercado de trabalho e na criação de novos negócios.

Prof. Dr. Edgard Cornacchione

Vivemos em um mundo que convive naturalmente com enormes transições influenciando, a cada dia, nossos conceitos mais básicos como seres humanos: nossa organização social, valores e cultura são exemplos.  A tecnologia, como elemento essencial de aprimoramento de nosso bem‐estar, individual e coletivo, integra nossas vidas de forma mais intensa e em ritmo cada vez maior. Esse efeito é notado no tecido social, desde muito cedo (notemos as crianças). No mundo das organizações, entidades de otimização da integração da humanidade, que visa ampliar a eficiência de nossa sociedade, isso é notado de forma muito forte. Basta observarmos valores (capital) atribuídos à jovens entidades mais por suas ideias e  menos por seus ativos físicos (e.g., Twitter, Coursera, Dropbox). A tendência é de intensificação deste cenário, com impactos presentes nas mais diversas dimensões: em nossas vidas, trabalho, economia, segurança, globalização, diversidade, ética.

Propomos uma reflexão destacando três pilares que apoiam o núcleo que são as pessoas: Tecnologia, Inovação e Gerenciamento. A tecnologia nos permite avançar à patamares não imaginados com clareza, baseados no gatilho da inovação (que confere a condição do novo, de experimentar o inexistente). Porém o gerenciamento  é que garante a otimização de processos, com base em decisões  não‐estruturadas, a cargo de pessoas (chave nessa equação). Como inovações são difíceis! Como mudar um contexto é atividade complexa! Talvez na mesma intensidade do potencial risco de extinção do contexto anterior. Sem inovação, colocamo‐nos à beira do risco de surpresa da sobreposição por outros.

O mundo dos negócios atua na dimensão de nossa realidade. Mas o que  é realidade? O que é o virtual? Como nos relacionamos com isso? De que forma nosso papel persiste, se transforma? Nossa transformação social impacta e muito a do mundo dos negócios (e vice‐versa). O modelo 3M (man, money, machine) de pessoas, capital e tecnologia é sistematicamente transformado. Nossas conexões físicas dão  espaço para virtuais (dizem que outros 3 bilhões estarão conectados até o final desta década). Barreiras políticas (nações) e culturais (línguas) deixam de existir (e.g., PayPal, ADR/BDR,  BitCoin). Negócios são reinventados (e.g., música  e literatura digital) em  curto intervalo de tempo. Tecnologias claras e relevantes deixam de existir (e.g., relógio de pulso, escrita cursiva), e isso se dá sem que sejam percebidas claramente por todos. Como os negócios, as organizações olham para isso? Em que ritmo? Certo estou de que fundamenta‐se nas pessoas o ponto central de monitoração dos riscos (e oportunidades) para os negócios, aqui rapidamente mencionados.

O que você  faria com um carro autônomo (driverless car)? Que impacto isso traria para sua vida pessoal, para sua família, micro–‐sociedade, organização, país? Que oportunidades estão aí presentes? Google, Nissan, BMW, AUDI são apenas alguns poucos exemplos de ações concretas de mercado para início real em 7‐10 anos. Como você se vê em 7‐10 anos? O que se vê fazendo? Como está se programando para estar “preparado” para esta transformação? Como estar preparado para um futuro de decisões, conexões e mercados ainda a serem descobertos?

Muito dos impactos se dão e darão nos modelos de negócios. A alteração do foco de produto físico para serviço é apenas exemplo (veja o ramo alimentício). Mas a ruptura de pensamento requer alto pedágio social: pensar coletivamente. Porém, remunera (e bem) quem faz. O que você, sua organização, pode oferecer de graça, que ninguém mais pode? O modelo com foco central em custo, preço, lucro é questionado diariamente, há tempos. Benefício social elevado, “de graça” e com efeito no capital é a nova equação!

Mesmo transformações mais básicas em atividades mais estáveis são essenciais.  Pense no varejo, por exemplo em supermercados. O conceito e a experiência ao consumidor da prateleira (gôndola) não vê muita transformação desde a transição das etiquetas de  preço e códigos de barra. O que você enquanto consumidor deseja ao ter uma experiência em uma loja física, diante de uma prateleira de cereais, por exemplo? O  que a tecnologia atual (já em escala econômica) permite e não se faz? Qual a razão para isso? O que falta se temos essas vantagens (para o consumidor e  para o comerciante) em situações de compra em lojas virtuais?

Se adicionarmos ao  raciocínio  a questão da geração, a equação fica  ainda mais complexa. Temos uma enorme quantidade de pessoas com postura e perfil claramente distinto das gerações anteriores (como tem sido há tempos), com respeito à tecnologia. Basta recorrer a um exemplo (certamente dentre tantos, que tenha em mente de alguma criança de seu ciclo de relacionamentos). Como preparar a sociedade (inclusive em termos de organizações) para essa integração?

Penso que o elemento central é a Educação. Ampliar o capital humano de nossa sociedade é essencial. Desenvolver perspectiva crítica alinhada aos temas Tecnologia, Inovação e Gerenciamento é fundamental. Otimizar o processo com riqueza na diversidade de formação e experiências de participantes é abordagem vital para sucesso. Erguermos a cabeça e analisarmos juntos questões (complexas) que clamam por soluções (complexas) apresenta‐se como forma real de construirmos uma sociedade melhor, para nós e para os nossos. Estou certo de que não há caminho mais fácil já totalmente pronto para atacar estas provocações, mas juntos podemos traçar caminhos mais agradáveis e eficientes para esse destino!

Saiba mais sobre o MBA Tecnologia, Inovação e Gerenciamento – Tiger!

Qual a relação entre gerenciamento, TI e planejamento estratégico?

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Com o objetivo de analisar qual é a relação existente entre os conceitos de gerenciamento de projetos complexos de Tecnologia da Informação e o planejamento estratégico em empresas do segmento financeiro, Slechticius, Biancolino, Guimarães e Freire* (2012), a partir da revisão da literatura, apresentaram quatro pressupostos de pesquisa que foram analisados empiricamente através da estratégia de estudo de caso único em uma empresa do ramo financeiro com alta representatividade no cenário brasileiro.

Verificou-se que o gerenciamento estratégico de TI está relacionado ao alinhamento entre negócios e Tecnologia da Informação, sendo que a correta execução de projetos complexos em Tecnologia da Informação é naturalmente parte dos planos estratégicos das organizações devido o papel fundamental que a Tecnologia da Informação exerce no apoio ao negócio.

Adicionalmente, constatou-se ser necessário o alinhamento entre os objetivos estratégicos e de negócio de uma organização que dependa substancialmente da Tecnologia da Informação para que a execução de um projeto complexo de TI tenha embasamento efetivo para ser corretamente implementado.

Leia o artigo na íntegra clicando aqui!

Para entender melhor o alinhamento desses objetivos e gerar mais valor a seus negócios, faça o MBA Tecnologia, Inovação e Gerenciamento – TIGER, oferecido pela Faculdade FIPECAFI!

O curso foi desenvolvido para atender à demanda do atual ambiente organizacional. Este ambiente é altamente dinâmico e cada vez mais dependente de avanços tecnológicos para a otimização de sua operação e gestão visando fortalecimento de sua proposta de valor.

O foco inovador curso MBA TIGER transcende os ensinamentos do tradicional MBA TI ao oferecer desenvolvimento e aperfeiçoamento das competências exigidas dos profissionais contemporâneos para a tomada de decisões sobre os processos de transformação organizacional estratégicos. São estes métodos que dão sustentação à formação, buscando desenvolver talentos voltados à tecnologia, inovação e gerenciamento e suas aplicações reais no ambiente empresarial.

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*SLECHTICIUS, Ana Glória; BIANCOLINO, César Augusto; GUIMARÃES, Eloisa Helena Rodrigues e FREIRE, Otávio Bandeira de Lamônica. Gerenciamentos de Projetos Complexos de TI: Estudo de Caso sob o Enfoque da Estratégia Empresarial na Indústria de Serviços Financeiros. São Paulo: Revista Ibero-Americana de Estratégia, 2012.

Inovação e legitimação: fronteiras e fluxo de conhecimento em Consultoria de Gestão

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Karen Handley*

A Consultoria de Gestão é vista por muitos como um agente essencial na adoção de novas ideias e práticas nas organizações. Duas visões contrastantes são dominantes: consultores são inovadores, seja trazendo novos conhecimentos a seus clientes ou seja legitimando o conhecimento dos clientes.

Os poucos estudos que examinam diretamente o fluxo do conhecimento através da consultoria em projetos com clientes favorecem a visão dos inovadores e destacam o importante  valor das analíticas e práticas fronteiras –  os consultores são vistos como “forasteiros” nos campos do conhecimento e planejamento organizacional. Na visão do legitimador, da mesma forma, o papel dos consultores é visto nos termos da primazia dos limites da organização.

Inspirando-se em uma literatura mais voltada ao campo social, em geral sobre os limites e os estudos de fluxo de conhecimento inter-organizacional e consultoria de gestão de um modo mais genérico, essa polaridade é vista como problemática, especialmente no nível de um projeto de consultoria. Um quadro alternativo de relações de fronteira é desenvolvido e apresentado, que incorpora sua multiplicidade, dinamismo e especificidade situacional.

Esse fato aponta para uma maior complexidade e variabilidade no fluxo de conhecimento e seu potencial. Isso é significante não só para o nosso entendimento sobre consultoria de gestão e conhecimento inter-organizacional sobre limites e dinâmicas, mas também sobre um entendimento crítico do papel da consultoria de gestão como um todo.

*HANDLEY, K. Between Innovation and Legitimation – Boundaries and Knowledge Flow in Management Consultancy. 2009.

 

A Faculdade FIPECAFI sabe da importância dos estudos sobre inovação no ambiente organizacional, aliando a tecnologia ao gerenciamento e, por isso, oferece o MBA Tecnologia, Inovação e Gerenciamento – TIGER.

O curso tem como objetivo otimizar o desenvolvimento de competências executivas altamente demandadas pelo mercado global, ligadas à tecnologia, inovação e gestão.

Além de fomentar a compreensão de estruturas, ações, metodologias e fenômenos de tecnologia e inovação em organizações, o curso permitirá aos participantes aprimoramento da capacidade de liderança especializada no intuito de analisar, propor, conduzir e avaliar estrategicamente decisões de TI com atitude apropriada para o negócio. Prezar pela visão sistêmica do profissional participante é ponto fundamental no curso.

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Quais são os desafios de inovação nas companhias?

Fonte: BCG

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Para muitas companhias, a inovação é a chave para o crescimento impulsionado, é valor para os acionistas e uma vantagem na competição do mercado global. No entanto, metade das organizações estão infelizes com os resultados de suas atividades de inovação. Como essa inovação em potencial pode ser colocada em ação? As companhias que não são suficientemente inovadoras encaram uma série de desafios:

  • Como podemos melhorar o retorno financeiro de nossas atividades atuais?
  • Como nossa companhia pode construir e sustentar uma cultura de inovação?
  • O que significa ser, efetivamente, ser um líder de inovação?
  • Como podemos medir a inovação?
  • Como podemos modernizar nosso modelo de negócios?

Para criar um approach estratégico e sustentável, as atenções devem ser voltadas à inovação do modelo de negócios. Seja transformando os fundamentos do modelo de negócio da empresa, seja criando novos modelos para caputrar o crescimento dos novos segmentos e mercados, a chave é incorporar criatividade, rigor analítico, um profundo conhecimento da indústria e insights do estudo de modelos de transformação.

Àqueles interessados em aliar inovação ao mundo corporativo, a Faculdade FIPECAFI oferece o MBA Tecnologia, Inovação e Gerenciamento – TIGER, que envolve decisões sobre TI e processos de transformação organizacional estratégicos. Saiba mais sobre o curso clicando aqui!

O Modelo de Gestão tem efeito sobre os resultados econômicos da empresa?

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Luciane Reginato*

A partir de uma pesquisa de de campo, especificamente um estudo de caso, Luciane Reginato investigou a influência do Modelo de Gestão no formato dos sistemas de informações e seu efeito no resultado da empresa.

Para atingir o objetivo, foram feitas entrevistas baseadas num formulário previamente elaborado, documentos internos e arquivos foram analisados e observações diretas foram usadas como fonte de evidência. O período compreendido do estudo foi de Agosto de 2003 até Setembro de 2006, quando foi possível observar a situação do resultado da empresa antes e depois do modelo de gestão.

Depois da análise dos resultados da entrevista, dos indicadores e seu impacto nos resultados econômicos da companhia, a conclusão é de que o Modelo de Gestão influencia no formato dos sistemas de informação, a partir das ferramentas de Business Intelligence, que tornam a informação flexível e dinâmica e contribuem como uma consequência para o processo de tomada de decisão e para a melhoria dos resultados econômicos da companhia.

Para ajudar os executivos, gestores, consultores e profissionais que atuam e desenvolvem times voltados a soluções de tecnologia e inovação empresarial, a Faculdade FIPECAFI oferece o MBA Teconologia, Inovação e Gerenciamento – TIGER. No curso, os alunos terão a oportunidade de compreender a relação tão estreita entre sistemas de informação e modelos de gestão da empresa, além de aprenderem sobre as estruturas, ações, metodologias e fenômenos de tecnologia e inovação em organizações.

Saiba mais sobre o MBA Tecnologia, Inovação e Gerenciamento – TIGER e faça já sua inscrição clicando aqui.

REGINATO,L. “A Influência do modelo de gestão no formato dos sistemas de informações e o seu efeito no resultado da empresa”. Anais do CONTECSI, 2007.

* A Profª Drª Luciane Reginato é Coordenadora administrativa do MBA Controller/FIPECAFI e do MBA Tecnologia, Inovação e Gerenciamento – TIGER. Na linha da controladoria e contabilidade gerencial, sua área de pesquisa destina-se à investigação de modelos de gestão e sua influência em decisões que envolvem a escolha de controles e sistemas gerenciais e informacionais.  Acumula 20 anos de experiência profissional nas áreas de contabilidade, controladoria, contabilidade gerencial, custos, planejamento e orçamento, treinamento e cursos corporativos.